| gustavo October 31, 2004 08:14 PM PST hey wjat's up ya'll | ||
| Finúrias May 11, 2004 10:06 PM PDT Sigo em frente e só | ||
| supertia May 10, 2004 12:41 AM PDT "Há sempre alguém que resiste". É a certeza da força destas resistências todas somadas (e não sumidas) que te faz encolher os ombros. Até que um dia as coisas mudem! Até que um dia haja AbRil e não Abil e PRimavera, em vez de Pimavera! Um beijinho | ||
| titas April 8, 2004 04:01 AM PDT Então, Mano-Mais-Novo? | ||
| carlos correia April 5, 2004 06:11 PM PDT nao meu jovem nao vivemos todos no mesmo mundo... cada um assume um realidade distinta, aqui não ha lados direitos! | ||
| hp April 5, 2004 01:38 PM PDT Ò censor? Onde pára o meu comentário? | ||
| Eduardo April 3, 2004 09:43 PM PST Não me esqueci que existes. Apenas o tempo me pode travar para seguir em frente. Por isso, vim ler-te mas não encolho os ombros. Um abraço. | ||
| Name March 30, 2004 11:46 PM PST Mano mais novo, também eu sou manifestamente de esquerda, mas orfã de partido....e nem um ZP temos... Os espanhóis conseguem sempre surpreender-me. Ligo a televisão, faço zapping e das duas uma: ou se fala dos assuntos 'del corazón' ou se vêem as mayas lá do sítio a engordarem com as chamadas de custo acrescentado. Mas, inesperadamente, a Eta comete mais um atentado. E a população une-se aos milhares e sai para a rua. E as manifestações são a sério, nada que tenha a ver com as nossas tipo-para-televisão-filmar. Daí não me ter surpreendido com a grandiosidade das manisfestações do 11-M. Mas o mesmo já não poderei dizer quanto às outras, aquelas que exigiam a informação sobre a verdadeira autoria do atentado. Surpreendeu-me sobretudo a raiva à mentira. Uma raiva que não vi apenas emotiva, mas recalcada, metabolizada, por isso mais violenta. Era então fácil prever uma penalização do PP de Aznar. O resultado voltou a surpreender-me. Ainda que a segunda legislatura não tivesse sido tão famosa quanto a primeira, havia que admitir que, em termos económicos, Aznar fizera um bom trabalho. E foi então que li a 'frase maldita' de José Manuel Molina, alcaide de Toledo e presidente do PP de Castilla-La Mancha: "No hay que olvidar que Hitler también ganó unas elecciones" Esta frase, que mais parece tirada de um manual do absurdo, resumia o argumento eleitoral do seu partido, num desesperado apelo à não abstenção. E reflectia também a arrogância, o despotismo de um Governo que se quer partido único e não esconde a sua ambição de poder absoluto e arbitrário. Porque assim era. Mas um vendaval de indignação derrubou o Partido Popular e tornou em triunfo o imperativo moral sobre o conformismo, a arma de um voto contra a inércia sebastiânica de um fado que se lamenta em sina. "Adiós, Señor Aznar, márchese usted en buena hora con sus malas artes y su atentado permanente a las instituciones democráticas, soberbio con el inferior y servil con el poderoso!" É hora da mudança tranquila. "Prometo que no me cambiará el poder!" Estas as primeiras palavras de José Luis Rodríguez Zapatero, um advogado com uma biografia que é escassa, como corresponde a um Homem cheio de futuro. "Enhorabuena, ZP, y suerte!" | ||
| Paula March 30, 2004 12:30 PM PST E existem tantos assuntos em que deveríamos caminhar lado a lado, não é? :/* | ||
| hp March 25, 2004 03:41 PM PST És um fixe. (esta opinião é "do outro lado") | ||
| Tangerina March 24, 2004 11:17 PM PST Tenho saudades do meu intelectual de esquerda! (que tem uns olhinhos bonitos, mesmo quando encolhe os ombros e segue em frente) | ||
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